4 motivos que podem estar desengajando sua equipe

Por Robson Oliveira
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Uma equipe desengajada é sinônimo de menos resultados na condução de seu negócio. Em tempos de crise, em que as empresas têm que se desdobrar para continuar de portas abertas, problemas como esse devem ser evitados de todas as formas. No entanto, nem sempre as principais lideranças de uma organização sabem identificar o que são os chamados fatores de desengajamento – que são aquelas situações que afetam negativamente o desempenho dos colaboradores.

No post de hoje, nos dedicamos à explicar quais são essas situações e como evitá-las. Continue a leitura para saber mais.

  1. Falta de perspectiva de crescimento

Sem dúvida alguma, o principal fator de desengajamento em uma empresa passa pela falta de perspectiva de crescimento para os colaboradores. Entenda como falta de perspectiva à circunstância em que boa parte das pessoas não se veja ocupando melhores posições na empresa a médio e longo prazo.

Ainda que essa percepção do colaborador não seja real e o seu trabalho e contribuição possa ser reconhecido no futuro na forma de uma promoção, ele não pode permanecer em seu dia a dia cultivando essa ideia. Afinal de contas, quem está nessa situação poderá buscar recolocação no mercado ou simplesmente entregar o mínimo de resultado possível para conservar o atual emprego até conquistar um oportunidade em outro lugar.

Para reverter um quadro como esse, cabe às principais lideranças da empresa organizar uma alocação de pessoal que possibilite aos colaboradores competir por promoções mediante a apresentação de bom desempenho no exercício de suas atribuições. É preciso cultivar no imaginário das pessoas que, desde que haja a entrega satisfatória de resultados, será possível alçar novos voos.

  1. Clima organizacional degradado

A maioria das pessoas acaba passando mais tempo em seu ambiente de trabalho, em contato com os demais colegas que ali estão, que com a própria família. Para quem ainda acha que isso seja um exagero, some o tempo de uma jornada tida como regular de 40h ao deslocamento diário para cumprir o trajeto casa/trabalho. Você vai se surpreender com o resultado, caso ainda não tenha se dado conta dessa estatística.

O fato é que, com tanto tempo semanal em um mesmo ambiente, convivendo com as mesmas pessoas, a qualidade dos relacionamentos constituídos ali têm impacto direto na qualidade de vida e, por consequência, no engajamento do colaborador. Por isso, é mais que necessário avaliar como anda o clima organizacional em sua empresa. 

Dentro do possível, é necessário incentivar um espírito de colaboração entre todos na condução dos processos de trabalho. As chefias devem demonstrar, na prática, que com todos caminhando juntos em busca de objetivos coletivos, os resultados virão para todos. Além disso, problemas como animosidades em nível pessoal também devem ser combatidos de todas as formas, assim como situações de assédio moral. 

  1. Lideranças que não inspiram

Quando olhamos para um equipe desengajada, devemos, automaticamente, olhar para quem está na direção daquele grupo. Qual é o seu tipo de liderança? Sua atuação inspira os demais? Em momentos de maior pressão por resultados, qual foi sua cota de sacrifício? Ele “correu” pelo grupo ou simplesmente exigiu desempenho sem fazer sua parte?

Quem ocupa uma posição de liderança e percebe o desengajamento da equipe deve e precisa fazer esse tipo de autocrítica. Não se esqueça que pessoas precisam de exemplos para serem seguidos, isso se aplica não somente ao mundo do trabalho, mas a tantos outros contextos, como o pessoal e o familiar. É natural que queiramos enxergar pontos de referência para construir própria trajetória. 

  1. Problemas de saúde 

Toda empresa deve se preocupar com as chamadas doenças ocupacionais, que são aquelas contraídas pelos trabalhadores no exercício de suas funções. E aqui não estamos falando apenas das ocupações que envolvem um risco elevado de acidentes ou condições de insalubridade. Quem dá expediente 8h diárias sentado em um escritório com ar-condicionado também está sujeito a muitos problemas. 

Basta observar a extensa lista de doenças ocupacionais contraídas por quem está aparentemente alheio a grandes riscos no ambiente de trabalho, como LER (lesão por esforço repetitivo), asma ocupacional, dermatose, entre tantas outras. Mas suponhamos que em sua empresa todo o cuidado devido é tomado para que causas associados a essas doenças sejam evitadas.

Ainda assim, isso não é garantia que seus funcionários estejam saudáveis e nas melhores condições físicas para cumprir o que se espera deles. Somente com o acompanhamento médico devido, o que envolve um trabalho de prevenção e monitoramento de uma série de de fatores de riscos a saúde é que se pode não garantir, mas cuidar para que todos tenham acesso ao cuidado devido. 

E é aí que o plano de saúde empresarial entra em cena como recurso para proporcionar melhor qualidade de vida a seus funcionários, a medida que permite a todos ter acesso a serviço de saúde de qualidade. O resultado prático, certamente, será mais engajamento e melhores resultados para a empresa. Não se esqueça que plano de saúde é um dos benefícios mais valorizados pelas pessoas, que com as dificuldades de obter atendimento via SUS para um série de procedimentos, acabam precisando buscar a rede privada.

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Robson Oliveira

Publicitário, empresário desde os 20 anos em diversos setores, Diretor da Atlântico Corretora de Seguros.