4 sinais que revelam que você precisa trocar o seu plano de saúde

Por Robson Oliveira
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Todo mundo sabe que contar com um plano de saúde é essencial. Afinal de contas, o seu bem-estar e o de sua família depende de uma assistência médica de qualidade. No entanto, não vale a pena contratar qualquer plano de saúde. 

O que se vê atualmente é um grande número de operadores oferecendo planos a preços muito inferiores aos praticados no mercado, mas sem um mínimo de cobertura necessária para os procedimentos de baixa complexidade. Ao mesmo tempo, temos aqueles planos cujo valor da apólice chega a ser impraticável para a realidade da maioria das famílias brasileiras. 

Levando em conta esses e outros fatores, vamos tratar de 4 sinais que revelam que você precisa trocar o seu plano de saúde. Não deixe de conferir!

1.  Valor do investimento

O valor do investimento para custear um plano de saúde é um fator bastante crítico no momento de avaliar se é a hora de trocar ou não de operadora. Isso porque as famosas e indesejadas correções anuais nos valores dos serviços tendem a aumentar sucessivamente o custo do plano.

Caso isso esteja acontecendo com você, busque observar se os reajustes realmente são devidos e não configuram uma cobrança abusiva. De acordo com previsões legais, os planos podem sofrer reajustes por faixa etária e, anualmente, no aniversário de contrato. No entanto, infelizmente, esse tipo de prática abusiva é comum no segmento de saúde suplementar, cabe ao consumidor ficar atento. 

2. Rede credenciada

A rede prestadora de um plano é o conjunto de hospitais, clínicas, laboratórios e médicos à disposição do cliente. De tempos em tempos, as operadoras atualizam o catálogo da rede de atendimento. Se nessas mudanças você sentir uma diminuição drástica nos serviços e profissionais disponíveis, é hora de avaliar a troca de plano.

Em casos de mudança de cidade ou de estado, o acesso à rede prestadora também pode ser dificultado. Tenha em vista que temos os planos de caráter regional, que ofertam atendimento apenas em determinados territórios. 

3. Tempo de carência

A Agência Nacional de Saúde (ANS) estabelece quais são os períodos máximos de carência que as operadoras podem estabelecer por tipo de procedimento. No caso de atendimento de urgência e emergência, esse tempo é de 24 horas. Para demais coberturas, a carência passa a ser de 180 dias. Partos e determinados tipos de procedimento de maior complexidade, 300 dias.

Como esse é o período máximo que pode ser estabelecido, temos planos de saúde que trabalham com períodos menos estendidos para atendimento. Para consultas e exames simples, por exemplo, a maioria das operadoras permite ao cliente se tratar pelo prazo de até 24 horas.

O mesmo vale para procedimentos de maior complexidade, como cirurgia e exames de imagem. Enquanto alguns planos podem trabalhar com maiores períodos de carência, outros planos permitirão a realização do procedimento em menor tempo.

Mais uma vez, vale ficar atento a essas diferenças na hora de decidir pela mudança. Lembrando que a ANS permite aos clientes migrar de plano sem cumprir novamente o mesmo período de carência, respeitada a compatibilização da oferta de serviços de um e outro plano. 

4. Inclusão de dependentes

A possibilidade de incluir ou não dependentes e as condições para isso também devem ser avaliadas. Pode ser que no momento da adesão não fosse de seu interesse incluir dependentes, como filhos, pais e funcionários (no caso de planos empresariais) e, passado algum tempo, isso mudou.

Quanto a isso, deve-se ficar atento aos preços praticados para preços coletivos. Temos planos que oferecem condições especiais para um número maior de beneficiários. Se esse não for o caso do seu plano, vale a pena considerar a migração. 

Com o post de hoje, esperamos ter trazido informações relevantes sobre quando mudar de plano de saúde. Como destacado, a portabilidade é um direito seu. Portanto, fique atento às regras e escolha um novo plano que lhe ofereça mais benefícios. Até a próxima!

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Robson Oliveira

Publicitário, empresário desde os 20 anos em diversos setores, Diretor da Atlântico Corretora de Seguros.